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Prezada Editora,
Li dia 19 um artigo de Ana Lúcia, editora do jornal BEIRA-RIO, com o título: “O progresso e a falta de profissionalismo”, onde ela aponta para o despreparo e indolência vistos nos “candidatos” e mesmo em muitos trabalhadores “amadores” que atendem, principalmente, no comércio de Resende.
Como a Ana Lúcia, também vim do Rio em busca de sossego, paz, menos poluição, etc. Quando li o artigo citado, senti que era o que eu via e, exatamente, queria tornar público. Isso porque ainda acredito que, com insistência, podemos mudar alguma coisa. Se a concorrência ainda não o faz, façamos nós, mesmo que os frutos demorem, que só sejam colhidos pelos nossos filhos. A indolência e despreparo de profissionais certamente não trará progresso social, mas poluição social, visto que, enquanto alguns que vêm de fora trazem consigo a vontade de mudar e melhorar a cidade, muitos há que, por egoísmo ou questões até culturais, não se apercebem desse vazio e engrossam o caldo dos “deixa a vida me levar”, e só muito mais tarde irão perceber que os vícios promíscuos, que eles viam em outros lugares, já lhes rodeiam. É necessário que o povo acorde e comece a cobrar, principalmente, do governo municipal, uma mudança efetivamente perceptível na sua postura, como força governamental, de modo a fazer com que a população se sinta motivada a lutar, a seu lado, por um desenvolvimento econômico e social realmente sustentável em bases locais, capacitadas e organizadas. Por outro lado, se os governantes o são, isto é, se estão no comando, é pela vontade do povo, e é a esse povo que eles têm que dar o troco, preparando-o e adaptando-o ao progresso e modernidade que a cidade já vislumbra. Meios há, até com respaldo do governo federal. É preciso que haja, agora, a consciência e vontade de fazer acontecer. |
| por: Ineifran Varão - 5/3/2010 |
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Prezada editora,
Em uma segunda-feira de janeiro, às 21h30, peguei um ônibus linha 125, em frente a uma academia de ginástica no Manejo. Dei sinal para descer em frente ao Mercado Panamil, na Alvorada. Para meu espanto e desespero o motorista ignorou o som da campainha, os avisos de “parada solicitada”, os meus gritos e dos outros passageiros e só parou dois pontos depois, em frente à faculdade Dom Bosco. Eram quase dez horas da noite, chovia torrencialmente e eu precisei atravessar a rua, pedir dinheiro “emprestado” a um senhor que estava no ponto e pegar outro ônibus para voltar para casa.
Dois dias depois fui até a empresa fazer a reclamação. Ficaram de dar um retorno que estou esperando até hoje.
Uma pergunta: quem indicou a São Miguel para receber o prêmio ISSO 9001 costuma andar em seus ônibus? |
| por: Rosana Silva - 5/3/2010 |
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Senhora Editora,
Muita gente criticou precipitadamente os pontos de ônibus da rodoviária velha. É claro que foi feito tudo correndo e sem planejamento, isto até um cego conseguiria enxergar. A questão é que nada é tão ruim que não possa ser piorado. Antes o cidadão estava em um corredor da morte esperando o ônibus debaixo de chuva, agora ele tem que correr de um lado para o outro debaixo de chuva para tentar encontrar o ponto de ônibus que ninguém sabe onde fica. Com certeza os irresponsáveis por estas obras primas do achismo continuarão no governo fazendo as pessoas de cobaias. E para piorar, quase sempre não tem ônibus. Por um acaso a empresa São Miguel foi multada? Com certeza não! E nem vai. Será que tem algum candidato do governo sendo patrocinado pela Empresa que não coloca ônibus nas linhas?
A tarifa de água subiu, mesmo faltando água todos os dias, e quando chega é uma água suja. E a multa? Até agora nenhuma! E olha que fizeram a maior festa quando assinaram o tal decreto, que segundo o prefeito, permitiria multar a Empresa Águas das Agulhas. Se podia por que não multou? Será que a Empresa de água suja, que quase sempre não fornece água, está patrocinando algum candidato do governo?
E o mato alto em todos os bairros da cidade. Dizem os especialistas de plantão do governo que na época de chuva o mato cresce não sei quantos centímetros por semana. Acontece que sempre choveu. Choveu no governo do Silvio, do Eduardo, do Augusto Leivas... E por que diabos só agora a cidade esta se transformando em uma selva amazônica. Deve ser culpa do aquecimento global ou da falta de competência municipal.
E por fim temos que acreditar que estamos em uma cidade que falta tudo mas tem dinheiro de sobra, afinal de contas o prefeito fez o desfavor de vetar totalmente o projeto do vereador Julianelli que diminuiria os gastos com o desperdício do uso de logomarca (coisa que acontece desde o governo passado em Angra dos Reis). Economia de mais de um milhão de reais por ano, que poderiam ser bem empregados em um hospital de emergência que não funciona justamente por falta de recursos pra contratação de médicos.
Prefeito, por favor pare de ofender a inteligência do cidadão resendense. Por muito menos que o senhor está fazendo mandamos o Silvinho para casa depois de quatro anos, e com esse governo o senhor está indo pelo mesmo caminho.
Atenciosamente, |
| por: Luis Carlos Coutinho Neto - 5/3/2010 |
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“Ônus do compromisso”
Estava aqui pensando, como se não bastassem os buracos e desníveis existentes nas calçadas (responsáveis por torções e quedas), ainda termos os obstáculos. Não pense você que estou falando dos entulhos de obras, cadeiras e mesas de bares ou carros estacionados sobre as calçadas, que atrapalham a circulação dos pedestres, nos obrigando a circular pelo canto da rua colocando em risco a vida; estou querendo na verdade é falar sobre os obstáculos deixados nas calçadas por seus donos deseducados e não adestrados.
As pessoas querem ter cachorro, mas não querem o “ônus do compromisso” de limpar o coco de seus pimpolhos. E onde essa merda vai parar? No sapato de pessoas que não tem nada a ver com isso, ou nas todas dos carros, levando para dentro de nossas casas (garagem).
É impossível andar distraído pelo bairro Vila Julieta, pensando na vida ou passeando com seus filhos sem pisar inadvertidamente em um cocô de cachorro na calçada. Nada contra esses pobres animais, mas sim contra os seus donos que passeiam com eles sorrateiramente e na sua maioria descaradamente com os animais, esperando que eles façam o serviço fecal do lado de fora de suas casas e apartamentos, ou seja, na calçada e nas portas de nossas casas.
Sei também que por mais que se fale do assunto alguns donos de cães não farão nada a respeito. Poucos deles irão andar com saquinho e luvinha de limpeza. Mas deixo registrado aqui minha indignação contra alguns donos de cães que insistem na falta de educação e no pouco caso com o próximo. Quem se compromete em ter um cão tem que ter o compromisso de cuidar do seu animal, mesmo que o ônus do compromisso seja pegar na merda. |
| por: Morador da Vila Julieta - 5/3/2010 |
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Olá Ana Lúcia,
Quero dizer que a política de Resende continua a mesma. Houve a inauguração da reforma da estrada principal da Itapuca (Juscelino Kubitschek), trecho que restou do outro governo.
O prefeito Rechuan, achei que fosse diferente em relação às inaugurações. Pensem, é favor ou obrigação um prefeito mandar asfaltar uma estrada para os cidadãos? Por que acionar vários cargos comissionados para a inauguração da estrada? Respondo à vocês: Somente para fazer números e agitar o ato fúnebre que é assistir o Sr. prefeito falar de uma estrada que é obrigação da prefeitura conservar.
Sou comissionado, mas tenho vergonha na cara de ficar batendo palmas pra ver macaco dançar. Mas os comissionados são obrigados a comparecerem, senão são ameaçados de exoneração.
Aposto com quem quiser que nenhum político tem a coragem de fazer uma reforma em um local de difícil acesso. Por quê? Porque a obra não dá ibope, porque não aparece. A prefeitura esquece dos próprios funcionários. Quer exemplos? Duvido que o Sr. Prefeito vá descer do carro e entrar para ver a guarita que funcionários do aterro sanitário de Bulhões e da Casa da Lua passam as horas trabalhadas. É desumano ver pessoas trabalhadoras que lutam para ganhar o pão do dia a dia não terem um local digno para o trabalho. |
| por: Cornélius - 5/3/2010 |
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Quero parabenizar pela notícia da estrada da Boca do Leão e aproveitar para pedir que vocês façam uma reportagem na mesma estrada, só que no sentido Fazenda Itamarati, depois da Fazenda Babilonia.
A estrada está horrível. Já venho pedindo ajuda à prefeitura há um bom tempo, antes das chuvas. Às vezes, nem consigo ir até minha propriedade. Como eles acham que os empregados podem viver assim? Se precisarem sair numa emergência, morrem. Para chegar até lá, preciso enfrentar uma ladeira e está em estado desesperador.
Obrigada. |
| por: Kátia - 26/2/2010 |
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A CRIAÇÃO DO CONSELHO DAS ASSOCIAÇÕES
No Jornal Voz da Cidade em sua edição de 29 de janeiro de 2010, a matéria intitulada: Líderes Comunitários criam Conselho de Associações de Moradores de Resende. Segundo os coordenadores deste Conselho na entrevista, o objetivo principal é unificar a luta do movimento popular pela melhoria da qualidade de vida da comunidade. Ora senhores, estamos cansados assistir a criação de entidades para esses fins, e ao final o que vemos é aumento de passagem de ônibus municipais, privatização dos serviços de água e esgoto, assim como o aumento desses serviços, cobrança de taxa de iluminação pública, aumento de IPTU, sem contar a criação de inúmeros impostos para as comunidades. Agora pergunto: Para que serve realmente essas Instituições?
No governo passado a FAMAR, por ter a sua diretoria nomeada em cargos comissionados, deixou que se privatizasse a Resende Águas, estagnou o processo contra a taxa de iluminação pública no Tribunal, aceitou o veto do Prefeito contra projeto de lei aprovado na Câmara de Vereadores que obrigava a Águas Agulhas Negras a instalar eliminador de ar em seus medidores, participou diretamente de todos os aumentos de passagens dos ônibus municipais através do voto a favor de seus representantes. Não podemos compactuar com pessoas que se julgam líderes comunitários, que votam a favor de aumento de passagem, que colhem assinaturas em locais públicos sob o pretexto de defender seus direitos, e depois usam tal documento para barganhas e negociatas com os políticos e governantes.
Estamos carentes de instituições sérias, que lidem com os objetivos com transparência, ética e lealdade. Ouve-se dizer por aí que essas instituições mascaram seus verdadeiros objetivos e ideais, que essas pessoas possuem patrimônios incompatíveis com seus ganhos, numa clara demonstração de enriquecimento ilícito. E quando encontram alguém que lhe diz a verdade, que cobra atitudes compatíveis com os objetivos para qual foi criada, é ameaçado por processos judiciais, como é hábito ocorrer. Nossos governantes ao que parece, não conseguem “enxergar” nessas pessoas seus verdadeiros ideais ou fazem vistas grossas.
O Superintendente de Relações Comunitárias do governo municipal é membro da FAMAR, a mesma que se esqueceu do processo da taxa de iluminação pública no governo passado, a mesma que não tomou conhecimento do processo de privatização da Resende Águas, a mesma que teve votos de seus representantes (Presidente de Associações de Moradores) a favor do aumento de passagens, entre outros assuntos de suma importância, esquecido por esta instituição.
Há necessidade de se dar publicidade à última Ata de Reunião do Comutran, quando foi votado o aumento da passagem dos ônibus. Nesta ata encontram-se os nomes e sobrenomes dos presidentes de Associações de Moradores e filiados a FAMAR que votaram a favor deste aumento.
Em nossa concepção um líder comunitário que seja presidente de Associações de Moradores nunca de forma alguma ou sob quaisquer pretextos pode votar a favor desse aumento. Nesta ata consta também o nome do fundador do Conselho das Associações que também votou a favor do aumento da passagem.
Como acreditar nos objetivos dessas instituições que emergem do nada com discursos em prol da melhoria de qualidade de vida? Em qual dessas instituições devemos acreditar, se os dissidentes de uma criam outras como se estivessem a disputar o poder? Ou será que estão pensando em dividir? |
| por: Ernesto da Silva - 26/2/2010 |
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Prezada Editora,
Peço que publique essa carta em seu jornal, como forma de agradecimento e carinho a quem tanto fez por minha família. Obrigada! Hoje quero aproveitar esse espaço para dedicar algumas linhas a um ser muito especial. Humano, profissional exemplar, amigo e anjo nas horas mais difíceis, Dr. Bruno (Gilberto Eugenio Bruno) que retornou para casa acompanhado do bom Gabriel (Anjo Gabriel), no dia 13 de fevereiro desse ano.
Dizer que a terra perdeu um grande profissional e o céu ganhou um grande homem não seria verdade. Afinal, enquanto esteve aqui ele foi um profissional excelente, um homem sábio, companheiro, amigo e anjo. Foi através de suas mãos que recebemos Anna Clara. Vocês poderiam dizer “isso qualquer médico faz”, mas com certeza não fariam com tamanha responsabilidade, carinho e cuidado, aguardando cada segundo de sua chegada, para ter certeza que ela viria muito bem e saudável. Sempre foi mais que médico, foi psicólogo e amigo, um porto seguro nos bons e maus momentos.
E que mau momento heim Dr. Bruno?!!! E o senhor lá firme, preciso, correto, AMIGO, estrela guia a nos guiar. Dr. Bruno, o senhor esteve presente com o Gabriel (Anjo rsrsrs) sempre em nossas vidas. E infelizmente nos seus piores momentos não tivemos a oportunidade de fisicamente estar tão perto, mas creia que em nossos corações, orações , pensamentos o senhor estava, está e estará sempre perto. Pois Deus sempre há de iluminar quem distribuiu tanta luz.
Foi com o senhor que aprendi a confiar novamente nos médicos e acreditar que tem gente que faz medicina por amor, ainda. Não esqueceremos jamais suas risadas, suas orientações e seu APERTO DE MÃO, meu Deus que aperto de mão em momento tão delicado. Obrigada por tudo!
Olha Dr., não quero que o senhor descanse em paz não. Afinal Deus não vai perder tempo deixando descansar quem tem tanto a oferecer. E que o coloque na equipe do Gabriel (Anjo), afinal são velhos amigos.
O céu ganhou mais brilho, Dr. Bruno retornou para casa. À sua família quero dizer simplesmente MUITO OBRIGADA, por permitir e dividir o pai, companheiro e amigo com a gente. Vocês tiveram a honra de conviver com um ser encantador, puro, iluminado. Que Deus os ilumine e guie; que a saudade seja doce lembrança de quem veio a esse mundo para amar ao próximo e aliviar nossas dores e sofrimentos.
Repito: Dr Gilberto Eugenio Bruno, foi médico exemplar, amigo, nos momentos mais difíceis. Desculpe se o trabalho me impediu de visitá-lo, se a visita chegou no dia e hora errados. Mas meu coração e de meus filhos não tem obstáculos para orar pelo senhor e lhe desejar uma ótima jornada. Afinal quem o conduz é Gabriel (Anjo) o senhor está em ótimas mãos (ou asas).
Obrigada Dr. Gilberto Eugenio Bruno, o senhor foi mais que médico, amigo, foi Luz em nossas vidas. |
| por: Sydméia e família - 26/2/2010 |
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Senhora Editora,
Não se poderia afirmar, com absoluta isenção, que tenha havido um saco de maldades subjacente as modificações no trânsito de Resende, mas que o pobre do transeunte, o usuário de ônibus, o pedestre em geral, ou como queiram, aqueles que poderíamos chamar de “ os sem carro”, contrapartida municipal aos “sem terra”, estes sim, foram e serão prejudicados por improvisações ditadas pela pressa.Queira Deus que não tenhamos desfechos trágicos.
Faço esta introdução para que se aquietem os que gostam de levar tudo para as pendengas políticas partidárias, estas idiossincrasias que tantos malefícios têm causado à população resendense. A coisa não foi premeditada! Temos que acreditar nas derradeiras esperanças do humanitarismo...
Mas, o que se viu na prática leva a pensar em explícito e desproporcional favorecimento ao veículo em detrimento do mísero andante. Gritante exemplo deste fato é o tempo de duração do semáforo em frente ao shopping para quem vem de carro pela ponte e entra cantando pneus na curva em direção ao Manejo, restando ao pedestre parcos trinta e poucos segundos para se safar. Outro exemplo foi a retirada dos sinais na extremidade leste na antiga rodoviária, tudo permeado pelo tradicional desrespeito as faixas de pedestres e a falta de coação para o mal maior que é o excesso de velocidade campeando impune na cidade.
A impressão que passa para leigo, mas nem por isso menos cidadão, é que alguém (com boa dose de poder) chegou para o técnico, por sinal de outra área que não a do trânsito, determinando que montasse um modelo urgente para amenizar os proverbiais engarrafamentos que tanta irritação causava à nova elite motorizada dos munícipes, inegavelmente merecedora de especial consideração, pois realmente é ela que movimenta, em boa medida, a economia local.
Então, pareceu estar implícita na nova “estratégia” de trânsito adotada, desde o primeiro momento, a retirada de “empecilhos”, alguns até românticos, para que sua majestade o carro pudesse resfolegar triunfante pelas vias antes obstruídas. Mas, como a construção de nova ponte é impossível, alguns engarrafamentos mudaram apenas de endereço. Agora, aqui para nos, aquela dupla mudança de faixa para quem, vindo da rodoviária velha e querendo dirigir-se ao Shopping, ao Supermercado e às duas opções para ir ao Manejo, fere todas as leis naturais dos DETRANS do mundo inteiro.Os desavisados que se cuidem.
Ao menos os usuários de condução foram recentemente contemplados com abrigos e até novos espaços. Palmas para a Administração. Mas é preciso que alguém diga ao Prefeito que tem havido abusos intoleráveis quanto a velocidade em horas de menor intensidade do trânsito, com a retirada de obstáculos e divisórias. Radares, lombadas e multas para estes irresponsáveis. Alguns pontos, como o citado e outros, podem se transformar em armadilhas e há urgente necessidade de reformulação e SINALIZAÇÃO. |
| por: José Alberto Somavilla - 26/2/2010 |
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O GOVERNO QUER ACABAR COM O TURISMO NO PARQUE NACIONAL DE ITATIAIA MIN. M. AMBIENTE PUBLICA PORTARIA QUE INVIABILIZA VISITA AO PARQUE NACIONAL DE ITATIAIA
Bem que o ministro Carlos Minc poderia gastar menos tempo com a escolha de seus "lindos" e midiáticos coletes e pensar um pouco mais nas consequências das portarias que assina, nas licenças que concede e na fiscalização que não exerce. O PARQUE NACIONAL DE ITATIAIA PERTENCE À POPULAÇÃO BRASILEIRA QUE TEM O DEVER DE PRESERVÁ-LO, MAS TAMBÉM TEM O DIREITO DE CONHECER E USUFRUIR DE SUA NATUREZA EXUBERANTE. Frequento o Parque há muitas décadas e entendo que a visitação orientada, juntamente com os princípios da educação e preservação ambiental devem ser estimulados, ao contrário do que determina a portaria 366 do Ministério do Meio Ambiente, majorando a partir de 07 de janeiro de 2.010, de R$ 3,00 para R$ 20,00 o valor do ingresso individual para visitantes do Parque. A impressão que fica é que só faltou a fixação de uma placa no portão de entrada com os dizeres: VISITANTES NÃO SÃO BEM VINDOS!!!
Difícil imaginar uma família com 04 integrantes (casal e dois filhos) pagando 80 reais para visitar nosso Parque... Se não bastasse o disparate do valor cobrado é ainda mais revoltante saber que grande parte das cachoeiras que tanto frequentamos há alguns anos, está fechada para visitação e banhos por absoluta falta de manutenção de suas trilhas. Nos locais que restaram para visitação a manutenção e sinalização das trilhas é muito precária.
Por favor, não me venham os burocratas de Brasília justificar esse injustificável aumento comparando com os valores pagos nos Parques Europeus e Americanos... Sim, e o salário mínimo, a renda per capita, o PIB, a qualidade de vida desses países... são também comparáveis???
Não estou assumindo o papel de defensor dos moradores do Parque que agora também têm que pagar para visitar suas cachoeiras, tampouco me proponho a ser porta voz dos outros Parques Nacionais que também foram vítimas dessa descabida portaria, mas falo e critico essa atitude ditatorial, irrealista e sem precedentes na história daquele que é o primeiro Parque Nacional do Brasil, criado por decreto de Getúlio Vargas em 1.937.
Há poucos meses fui a uma reunião no Parque para entregar um documento da Coordenação Regional do Partido Verde, solicitando ao Ministro Minc sua intervenção no absurdo corte de árvores que a Nova Dutra vem realizando no "retão de Resende", com ações compensatórias realizadas na Baixada fluminense. O ministro driblou os presentes, não compareceu e o documento foi entregue ao Presidente do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade. Até hoje, após meses, não tivemos um posicionamento do Ministro.
Na cerimônia de início das obras da Estrada Parque Capelinha - Mauá, mais uma vez Minc confirmou presença e não compareceu.
A última visita de um Ministro da pasta do Meio Ambiente ao Parque ocorreu em 2.007, quando Marina Silva liberou os recursos para a reforma do Centro de Visitantes.
Fica aqui a pergunta que espero que o Ministério público, acionado pela Coord. REG. do PV, consiga fazer com que o Ministro responda: QUAL O PARÂMETRO...QUAL O CRITÉRIO...QUAL O ÍNDICE QUE UTILIZARAM PARA JUSTIFICAR O AUMENTO DE 3 PARA 20 REAIS??? Ah...!!! Mas tem um detalhe que ainda não havia mencionado: Segundo a portaria, temporariamente, os brasileiros têm desconto de 50%. Deve ser para que possamos ir desistindo devagarzinho de visitar o Parque.
Que poder é esse dado a um gestor público que lhe concede o direito de aumentar abusivamente o valor da cobrança do uso de um bem público?
Não concordo com a criação de mecanismos que dificultem e até mesmo inviabilizam a visitação aos Parques. É preciso orientar e educar os frequentadores para que preservem aquilo que lhes pertence. Afastá-los é impedir que sejam futuros parceiros e defensores do Parque. |
| por: Fernando Menandro - Presidente PV Resende - 19/2/2010 |
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O Paraíba pode secar? (Jornal Beira Rio, pg.4, Semana de 15 a 21 de janeiro de 2010) "Desconhecimento de uma triste realidade?"
O Paraíba pode secar? Pode ser uma realidade, mas, provavelmente, só daqui a alguns séculos para não dizer milênios. A realidade é bem outra e está presente; “as cheias”.
Como a Represa do Funil tem dentre outras, a função de regularização do rio, e, a está fazendo muito bem, poderá em situações excepcionais ser obrigada a promover descargas à jusante da barragem em quantidades que podem trazer grandes prejuízos às cidades ribeirinhas. Basta para isso que ocorra altas afluências atípicas próximas ao final do período das águas (março). Só para se ter idéia do tamanho dos alagamentos, vejam o seguinte:
Hoje com uma descarga de 750 m³/s, a rua sob a ponte próxima ao Resende Shoping fica interditada. Isto equivale à uma elevação de 1,00/1,50m no nível normal do rio. Como por projeto, a capacidade máxima de descarga da usina é de 4.600 m³/s, basta extrapolar qual seria a elevação do rio. Com certeza, o bairro Campos Elíseos ficará com mais de 1,00m de água. É claro que se está considerando uma situação atípica. Entretanto, valores intermediários de descargas podem ocorrer sem que seja considerada uma situação excepcional. Então, todas as construções próximas às margens do rio serão atingidas com grandes comprometimentos nas suas estruturas, para não dizer destruição.
Aí está a grande responsabilidade do poder público que permite estas “ocupações” de forma irregular. Vale salientar que as Prefeituras/Defesa Civil à jusante da barragem, têm conhecimento das características da usina e das situações que envolvem o seu “modus-operandi”. Em todos os Países mais adiantados, existem Leis que não permitem edificações a uma distância mínima de segurança das margens de um rio. Permitem, no máximo, a construção de parques, áreas de lazer, quadras de esportes, etc, que, sob em situações análogas não provocam grandes perdas, principalmente, de vidas humanas. De forma preventiva, é imperativo que haja projetos de curto/médio prazo, que visem devolver ao rio Paraíba (calha e margens) a sua condição natural de escoamento em grandes cheias, antes que virem notícias como as de Angra dos Reis. Atenciosamente, |
| por: José Silva Junior (Aposentado de Funil) - 19/2/2010 |
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Cara editora,
Segundo o SAEB/INEP de 2007, na quarta série do ensino fundamental em Resende, somente 26,4% dos alunos aprenderam o que era esperado em português e 20,7% em matemática, já na oitava série somente 18,1% aprenderam o mínimo de português e 9,7 em matemática. É bom lembrar que estamos considerando o total que é 100%, não precisamos ser gênios para observar que algo vai mal, algo vai muito mal. Segundo o Aurélio a palavra fundamental significa: aquilo que serve de fundamento, que é essencial, principal. Mas na ótica dos gestores públicos isso fica meio tosco. Afinal para que se preocupar, as séries iniciais do ensino fundamental são apenas a base do conhecimento curricular do educando e a oitava série é a fase onde constatamos que o aluno realmente acumulou saberes, que ele tem capacidade de fazer escolhas e questionar, preparando-o para o ensino médio onde esses conhecimentos serão lapidados, a fim de serem utilizados na vida em sociedade e no mercado de trabalho.
Realmente não há motivos para preocupação até porque o educador em Resende é muito bem remunerado. Um profissional da educação neste município iniciando sua carreira no magistério, com curso superior, aprovado em concurso público, onde concorreu com no mínimo centenas de candidatos recebe salário de 986,98 reais e terminando sua carreira com trinta anos de serviço dedicados a ensinar receberá 1765,66 reais (segundo a nova tabela da prefeitura). Seria cômico se não fosse tão triste.
Quanto vale a educação publica neste país? Quanto vale a educação pública neste município? Vale muito menos que o salário do comércio, que o salário da indústria, que o salário do profissional liberal. Vale menos, mas deveria valer mais. O produto final do trabalho do professor é a educação, é o futuro, é o dizer não aos vícios, a violência, é o dizer sim ao crescimento próprio e do país. Mas isso estamos todos cansados de ouvir.
Cansados também devem estar os professores. Não houve um governante sequer que ao receber seu diploma de chefe do executivo que tenha olhado para essa classe e dito: Vocês são fundamentais, essenciais, principais. O que a classe escuta é não temos verba, não podemos fazer, não temos dotação, não iremos e não queremos e ponto final. É triste, pois o prefeito e os vereadores já foram alunos um dia e tem filhos que estudam, mas ato falho meu, com certeza não estudam em escola pública, desculpe.
Será que se não podiam alcançar, na época em que eram jovens estudantes, a responsabilidade de ser um educador, o trabalho nos finais de semana corrigindo provas e trabalhos, a luta para trabalhar em várias escolas para complementar sua renda, e dedicação exclusiva, mesmo sofrendo afrontas de alunos e pais e nem por isso deixado de receber com um sorriso sincero uma nova turma, num novo ano? Se não podiam ter esse entendimento, porque não o tem agora? Por que o educador precisa ser massacrado? E sendo massacrado, como cobrar dele excelência em seu trabalho, como mudar estes índices patéticos dignos de países do continente africano assolados por guerras e fome?
Não queremos demagogias ou falsas promessas, estamos cansados, queremos que aqueles que detêm o poder sobre a educação estejam agora comprometidos e não envolvidos como sempre estiveram. Chega de escolas vazias de amor, de respeito, de livros, de equipamentos, de responsabilidade, de alegria, de vontade. É ridículo e absurdo ouvirmos que nem deveríamos estar na nova tabela de descompressão salarial, pois já temos uma progressão a cada cinco anos. É como fossemos dignos de pena e estamos recebendo uma esmola. Nossa progressão é direito adquirido e justo, já que não temos um aumento real de salário a quase 15 anos. Aumento real é aquele que recupera as perdas da inflação, é aquele que permite ao professor trabalhar menos e se dedicar mais, é aquele que permite fazer cursos, viajar e se aperfeiçoar, comprar livros, tudo isso para termos de verdade uma educação de qualidade.
Qualquer cidadão desta linda cidade pode ver que a educação é muito menos do que poderia ser. Os índices estão ai, estamos abaixo da média nacional, que é de 4,2 (que é simplesmente menor que a metade). Um percentual apenas, é verdade, mas a média dos países desenvolvidos é 6,1. E veja bem só: iremos alcançá-la, segundo projeções, em 2021. Ou seja, daqui a 12 anos, praticamente uma geração inteira. Isso é, se chegarmos lá. Mas nada disso é digno de preocupação, pois afinal de contas as escolas, os professores, os alunos, os funcionários, a comunidade que forma a educação municipal existem, mas infelizmente é uma educação para inglês ver. |
| por: Ana Cristina Souza - 12/2/2010 |
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Ao jornal BEIRA-RIO,
Através de um tópico no Jornal BEIRA-RIO deparei-me com uma frase jocosa e irônica,ou seja “o frevo sambou”.
Na verdade quem não sambou não foi o frevo, quem sambou foram dezenas de jovens resendenses que há quatro anos enriquecem de cultura a terra de Macedo Miranda; bem como os milhares de resendenses que aportavam ao centro da cidade para assistir ao espetáculo de rara beleza proporcionado por uma orquestra de profissionais músicos – alguns da Academia- e dezenas de jovens do centro e da periferia que apresentavam um raro balé de rua.
Eu, Maestro Caarüra, estou falando na 1ª pessoa do singular para ser incisivo. Não faltei à reunião programada para os dirigentes de blocos carnavalescos; fui induzido pelo senhor Laís para não comparecer à referida reunião porque a mesma seria tumultuada, porém o resultado,ou seja, o valor que seria atribuído às entidades seria comunicado a mim.
Olhei diretamente para os olhos do senhor Laís e disse: estou persuadido que estou tratando com uma pessoa DE BEM. Estou olhando dentro dos seus olhos convencido de que você é um “cidadão correto”. Para minha surpresa não fui contemplado com um procedimento correto do senhor Laís que fez crer a todos que eu não cumpri com a minha obrigação de comparecer à referida reunião. Excluído o Império do Frevo ele interrompeu um trabalho longo de aperfeiçoamento moral e intelectual de jovens (depois vem a Hipocrisia de ser contra violência, fazer palestras, projetos, enquanto eles próprios contribuem para isso).
Nós sabemos que estamos uma época de inversão de valores: dinheiro na cueca,dinheiro na meia. Mas enquanto isso ocorre vamos desenvolvendo nosso trabalho. Os jornais noticiaram que virão entidades carnavalescas do Rio de Janeiro, por valores que só Deus sabe quanto, e todos nós sabemos que esses artistas são “catados” no Rio de Janeiro, cujo método para arregimento é o seguinte: Fulano quer ir tocar no interior? Beltrano quer ir para o interior? Fato que se traduz numa colonização cultural do povo de Resende, embora tenha gosto pra tudo...
Isto vai continuar até o prefeito Rechuan, cujas atitudes poderão levá-ló a ser um grande estadista, a descobrir a incompetência e mandá-lo para o lugar onde merece.
Imagine que o senhor secretário de Cultura ousou afrontar o presidente da Votorantim, Antônio Ermílio de Moraes, cuja pessoa seria homenageada como Brasileiro do Século, conforme modelos entregues ao referido secretário.
Desde 1941, quando o frevo chegou ao Rio de Janeiro determinadas autoridades o discriminam,isto é, discriminam a música da terra do presidente da República. Pelo que se percebe pelo fato atual é que o senhor Laís quer distância do signatário desta,com medo de sombra, isto depois que viu o meu curriculum, condições que ele não alcançará nem em três gerações. Sei que não há oportunidades para nenhuma providência até o carnaval, mas vou procurar os poderes competentes para exigir providências: Prefeito Municipal, Câmara Municipal, Assembléia Estadual do RJ, Assembléias Estaduais de todos os estados do Nordeste, Governados de Pernambuco, Governadores dos demais Estados Nordestinos, os líderes do partido (pernambucanos), nordestinos, do partido do prefeito local, e por último o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que decretou que o frevo é Patrimônio Nacional.
O estandarte do Resende - Frevo, a partir desta data levará um tarja preto,até o dia que esta situação mudar.
Quem já enfrentou 72 anos gente mais poderosa,pode,eu um a dois obter resultados mais justos. |
| por: Maestro Caaraüra - 12/2/2010 |
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NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Governo Municipal reconhece e exalta a liberdade de expressão e a livre imprensa, sobretudo quando manifestada de forma responsável como vem sendo a prática do jornal BEIRA-RIO. Reconhece ainda o direito de qualquer publicação manter uma orientação política, ideológica ou até mesmo qualquer preferência por políticos de ordem pessoal, ressalvando os limites da Lei Eleitoral.
Em sua edição de número 641, no entanto, o jornal BEIRA-RIO manifestou uma posição contrária a um veto constitucional do Executivo, embasado em jurisprudência de decisão em segunda instância e ratificado pelo parecer jurídico da própria Câmara. Sugerir que a Prefeitura “puxou o tapete” de quem quer que seja, neste episódio é, portanto, uma conclusão particular, desprovida de comprovação nos fatos. A título de informação, em 2009, ao todo foram sete vetos apresentados pelo Executivo para projetos de lei ou emendas de diferentes vereadores, independente de alinhamentos com o governo ou não.
Por isso, o Governo Municipal repudia a insinuação de “implicância” na análise da produção legislativa de qualquer um dos vereadores eleitos. Embora legítima, esta opinião não corresponde à verdade e serve de combustível ao radicalismo e à desarmonia entre os poderes. |
| por: Assessoria de Comunicação Prefeitura Municipal de Resende - 12/2/2010 |
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Muita gente acha que música não é barulho e por isso não perturba. Pode perturbar, sim, e até virar caso de polícia. A contravenção penal de perturbação do sossego não depende de horário. Ao contrário do que muita gente pensa, não existe uma tolerância de horário para o barulho.
A LCP – Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei nº. 3.688, de 3/10/1941) estabelece em seu artigo 65 que é crime molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade, por acinte ou motivo reprovável.
Numa leitura mais atenta do artigo 42 (PAZ PÚBLICA), percebemos que desde 1941 a Lei já protege o cidadão dos constrangimentos provocados pela poluição sonora, inclusive os barulhos produzidos por animais de que se tenha a guarda e o abuso de instrumentos sonoros, apesar, na época, não se pensar em questão ambiental de forma ampla como hoje é tratada. A poluição sonora constitui-se em ruído capaz de produzir incômodo ao bem estar, ao sossego ou malefícios à saúde humana. Por ruído entende-se o som ou conjunto de sons indesejáveis, desagradáveis e perturbadores.
Portanto, a pessoa molestada e que se sentir ofendida, pouco importando que esse efeito perdure ou seja passageiro, terá o direito de chamar a polícia sim, mesmo que alguém ache que o conflito seja da esfera civil. Quanto a esfera cívil, relativamente aos direitos de vizinhança, existe regulamentação nos artigos 1.277 a 1.313 do Código Civil Brasileiro (Lei Federal nº. 10.406, de 10/01/2002).
A Lei estadual nº. 126, de 10/05/1977 (LEI DO SILÊNCIO), é totalmente intolerante com certos tipos de ruídos (art. 3º.), decretando a sua proibição, independentemente de medição de nível sonoro (dispensa de uso do decibelímetro – aparelho utilizado para medir a quantidade de decibéis de um determinado som). Para o legislador estadual, o problema não é técnico (Física), mas sim cultural (Educação).
O Código de Posturas de Resende, instituído pela Lei Municipal nº. 1.031, de 08/06/1977, tem sido o principal instrumento utilizado pelos agentes públicos da Divisão de Fiscalização de Obras e Posturas, órgão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Infraestrutura e Segurança, para combater as irregularidades denunciadas pelos cidadãos, principalmente nas zonas residenciais restritas.
Destaca-se também como instrumento de combate a poluição, o Código Municipal de Proteção aos Animais, no âmbito do Município de Resende/RJ, instituído pela Lei Municipal nº. 2.614, de 26/10/2007. O trabalho de prevenção e de combate as irregularidades de natureza ambiental também é feito pela Agência do Meio Ambiente do Município de Resende (AMAR).
Estas informações, não têm a pretensão de, por si só, esgotar o assunto sobre poluição sonora. Muito pelo contrário, são informações necessárias para que as pessoas que se sentirem prejudicadas de alguma forma, procurarem atendimento especializado prestado pelos advogados, profissionais estes, qualificados para falarem em nome dos cidadãos em busca de seus direitos, quer seja na área criminal, cívil, ou mesmo, junto às repartições públicas municipais com relação a processos, ou procedimentos, administrativos requeridos nos termos da lei. |
| por: Nelson de Carvalho Aposentado (iniciativa particular) - Morada da Colina - 5/2/2010 |
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