Domingo, 20 de abril de 2014
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RÁDIO BEIRA-RIO
Locutor comenta sobre vistoria na Lagoa da Turfeira
 

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Ao jornal BEIRA-RIO,
Estou enviando esta carta com denúncias de fatos graves que estão ocorrendo no bairro onde moro, Barbosa Lima.
Em março deste ano teve início uma obra de construção civil em um terreno localizado às margens do rio Sesmaria, numa área de proteção permanente, chamada de APP, conforme previsto no Código Floresta Brasileiro.
Este terreno está localizado (...) na rua Engenheiro Jacinto Lameira Filho, distante cerca de 10 metros do rio Sesmaria.
Conforme determina o Código Florestal Brasileiro, é proibida qualquer alteração e construção nas margens de códigos e rios, obedecendo a uma área de proteção ambiental mínima de 30 metros de cada lado.
Consta que a Prefeitura de Resende, através do Setor de Fiscalização de Obras e a Amar, órgão que deveria proteger o meio ambiente, autorizaram esta obra que já está em sua quarta laje.
É bom lembrar que no dia 16 de março deste ano, ocorreu uma grande cheia no rio Sesmaria, que alagou vários terrenos localizados no lado ímpar da citada rua, inclusive o terreno onde está sendo erguido este prédio de apartamentos.
Várias avarias foram causadas por essa cheia, como a queda de parte de construções erguidas nas margens deste rio, como foi noticiada na época.
Já tentamos, junto aos setores competentes da prefeitura, mas nada foi resolvido.
A informação que temos é de que a obra foi autorizada pela Amar e pelo setor de Fiscalização de Obras.
O Inea, órgão criado em 2009 pelo governador do Estado do Rio de Janeiro para fiscalizar o meio ambiente no nosso estado, também foi contatado e até agora não temos uma solução para este caso.
As avarias ao meio ambiente são claras em nosso bairro. Corte e perda de árvores feitas de forma irregular e em períodos impróprios, como está ocorrendo nestes dias, inclusive em áreas protegidas pelo Código Florestal, realizadas pela Ampla, com o apoio da Amar.
Obras sendo realizados quase dentro do rio, com o acúmulo de entulho e restos de outros materiais jogados nas suas margens.
Casas comerciais construindo alongamentos para suas instalações com pilastras dentro do rio Sesmaria, o que pode ser verificado por quem passa pela rua localizada em frente à Clínica Ortopedistas Associados, na entrada do bairro.
Contamos com o apoio deste órgão de imprensa numa tentativa de se reparar estes graves fatos que estão acontecendo em nosso município, particularmente no bairro Barbosa Lima, e sugerimos a sua visita aqui para se certificar do que relatei acima.
Venho acompanhando as reportagens do jornal BEIRA-RIO, particularmente as suas colocações sobre o prefeito eleito e as conseqüências para o nosso município.
Não estou declarando o meu nome, mas sei que muitos moradores do bairro Barbosa Lima, se forem questionados, colocariam estas mesmas preocupações.
Obrigado pela atenção.
por: Um cidadão brasileiro - morador em Resende, no bairro Barbosa Lima - 3/12/2010
 

Ciclovia em Resende

Gostaria de fazer uma reclamação a respeito da ciclovia localizada no Bairro Comercial.
A ciclovia está próxima ao GSSAN e segue pela rua Isaac David Halpern. Nesta rua há uma grande concentração de lojas comerciais (...)
Os motoristas (clientes/proprietários de lojas, moradores dos prédios residenciais) estacionam sobre a ciclovia para frequentar os eventos que acontecem no GSSAN, para fazer orçamentos e compras no comércio local.
Infelizmente todos os dias quando necessito transitar pela ciclovia não consigo, pois sempre tem carros estacionados sobre a mesma.
No dia de hoje, por volta das 17h haviam oito veículos estacionados de forma irregular.
As irregularidades acontecem sempre nos horários de Rush (11h às 18h).
Não vejo a Guarda Municipal fazer nenhuma fiscalização e nem multando os motoristas estacionados sobre a ciclovia.
Estou tentando entender porque a Engenharia de Trânsito de Resende quando resolveu fazer a ciclovia na cidade, não demarcou a mesma com olhos de gato.
Todos os dias vários ciclistas também não conseguem transitar pela a ciclovia, o que nos expõe a riscos.
Recentemente foi instalada uma câmera de fiscalização em frente ao Restaurante Popular no bairro Comercial.
Essa câmera pode auxiliar na fiscalização da ciclovia? Será?
Não sei se vocês vão poder me ajudar mas, mesmo assim faço minha reclamação.
Agradeço desde já.
Ciclista revoltado.

por: Leonardo Eterovik - 26/11/2010
 
Prezada Srª Editora,
A presente comunicação tem por finalidade, restabelecer a verdade dos fatos, (...) face à reportagem veiculada na coluna “Acredite se quiser”, parágrafo primeiro, pag. 2, da edição nº 682, circulada entre 12 e 18 de novembro do corrente.
Assim sendo, tenho a comunicar:
- que nunca prestei qualquer tipo de serviços advocatícios ou outros quaisquer a Concessionária Nova Dutra;
- que quando estava exercendo o cargo de Procurador Geral do Município de Itatiaia, opinei pela não entrada no Município da Justiça, face que os munícipes de Itatiaia não necessitam atravessar o Posto de Pedágio para atingir qualquer ponto do território de Itatiaia, ao contrário dos munícipes de Resende, que residem ou trabalham no distrito de Engenheiro Passos, que têm a necessidade imperiosa de pagarem o pedágio, pois se assim não o fizerem, não poderão usufruir dos serviços da comarca (Prefeitura, Estado, Justiça, bancos, saúde, etc.) ou dirigirem-se aos seus locais de trabalho em Engenheiro Passos, sem o respectivo pagamento do pedágio, esses munícipes sim, estão tolhidos no sagrado direito de ir e vir, assegurado pela Constituição Federal, considerando ainda mais, que não existe via alternativa;
- finalizando, um dos Procuradores da Procuradoria Geral do Município de Resende, esteve em Brasília, para verificar a possibilidade do Município ingressar como terceiro interessado, e como efetivamente ingressou na Ação Judicial nº 2010/018316-2, ora em tramite no Superior Tribunal de Justiça, que pleiteia a isenção do pagamento do pedágio, com conhecimento e concordância do Procurador Geral, atitude essa, que poderia ter sido tomada pela Administração Pública anterior, mas que não o fez.
Atenciosamente.
por: Carlos Antônio Teixeira Serra - Procurador Geral do Município de Resende - 26/11/2010
 

CCR NOVA DUTRA: RESPONSABILIDADE SOCIAL ZERO

O princípio do capitalismo é o da busca do lucro. Seus defensores achavam que o mercado, ditado pelas necessidades dos consumidores, seria suficiente para regular e estabelecer regras de conduta.
Em que pese atitudes de extrema exploração de povos inteiros, como a United Fruit na América Central, o conceito básico não era alterado; havia questionamentos e revoltas, mas a estrutura de poder e a opinião pública predominante não se alteravam.
A partir de meados da década de 80 as empresas capitalistas e os consumidores passaram a viver uma nova época. Os acidentes com milhares de vítimas de Bhopal na Índia, Seveso na Itália e Tchernóbil, na Ucrânia, mancharam enormemente o nome de grandes empresas e deixaram a opinião pública mundial atenta para o comportamento dos conglomerados empresariais.
Os consumidores passaram a se unir para exigir comportamento decente dos mais variados empreendimentos, boicotando os produtos, que poluíam ou que eram produzidos com prejuízos sociais ou ambientais.
Emblemático o caso da Nike que terceirizava sua produção, em várias fábricas na Ásia e se viu envolvida numa grave denúncia de trabalho escravo e trabalho infantil. Consumidores no mundo inteiro se comunicavam pela Internet e boicotavam a compra de produtos da Nike. Esse evento custou caro para a Nike, que passou a desenvolver auditorias de controle sobre seus terceirizados, para garantir direitos trabalhistas mínimos para seus empregados e diminuir impactos ambientais, e gastou uma fortuna para recompor sua imagem.
As empresas passaram a se preocupar com sua imagem; em muitos casos tomaram medidas para mostrar uma imagem irreal, com o que foi chamado de “maquiagem verde” pelo Greenpeace. Mas a maquiagem verde logo era denunciada e as empresas tiveram realmente de investir naquilo que ficou chamada de responsabilidades social e ambiental.
Muitas vezes o governo quer fazer um empreendimento, mas não tem dinheiro suficiente para fazê-lo: é o caso do trem bala para ligar Rio e S.Paulo; uma licitação vai apontar um consorcio de empresas para construí-lo. Em troca o consorcio explora a linha do trem bala; é um investimento com riscos, processo inerente ao capitalismo.
Coisa distinta aconteceu na licitação que deu a concessão de exploração da Rodovia Presidente Dutra. A rodovia estava pronta, até os postos de pedágio construídos. O consórcio Nova Dutra, que ganhou a concessão é formado por grandes empreiteiras, grandes financiadoras das grandes campanhas políticas. Um negócio da China, a que simples mortais eleitores não têm direito.
A Nova Dutra arrecada de quem se desloca; não precisa de imagem boa e assim não se preocupa se, ao ser agraciada com tudo pronto, tinha uma praça de pedágio que dividia uma cidade ao meio.
O povo de Engenheiro Passos se vê jogado para o Estado de S.Paulo, refugado por todas as esferas de poder do Estado do Rio. A Nova Dutra possui um poder arbitrário e um ódio ao povo de Engenheiro Passos e usa esse poder para fechar uma única passagem possível para os moradores evitarem o pedágio.
Não há no mundo civilizado cobrança de pedágio obrigatória, como a aquela a que é submetido o povo resendense. Em locais decentes, sempre há alternativas.
Somente os ônibus que fazem a linha de Engenheiro Passos para o centro da cidade pagam cerca de 50 mil reais por mês. A persistir a cobrança, as empresas de ônibus fatalmente repassarão esses custos para a passagem. As rapaziadas da Cidade Alegria, Paraíso e outros bairros ainda não perceberam que esse custo vai ser repartido e vai aumentar a passagem de toda Resende, devido à política da tarifa única. Depois disso, as manifestações, pacíficas até aqui, poderão sofrer profundas transformações. (já pensaram em por que a Nova Dutra não cobra pedágio na Baixada Fluminense. Já pensaram na reação do povo de Nova Iguaçu ou Meriti a uma cobrança de pedágio por lá?).
E a Nova Dutra segue com seu lucro, no modelo antigo do capitalismo... responsabilidade social e ambiental zero. (lembram-se das árvores na reta antes da ponte de Bulhões?)

por: José Roberto de Paiva - 26/11/2010
 

Falta de energia

À equipe do Jornal BEIRA-RIO.

Boa tarde à todos!!
 
Não sei se vocês estão ciente da falta de energia eletrica na cidade de Resende, nesse dia 25/11, principalmente nos Bairros Campos Elísios, Centro, Jardim Tropical.
Detalhe que eles nem avisa ninguem que vai falta energia. E se queimar o alguma coisa tipo (CPU, TV, RÁDIO E GELADEIRAS), eles vão trocar?
Poxa so hj, foram 5 vezes que acabou! Isto sem falar de madrugada, que tbm acabou.
O que sera que a Ampla, esta fazendo?

por: Fabiano Alves - 25/11/2010
 

Agradecimento

Gostaria muito de agradecer pela homenagem que vocês fizeram em especial ao meu paizinho CLAUDIONOR GOMES, o coveiro lindo e maravilhoso que tinha aí no cemitério do Alto dos Passos.Que DEUS abençoe e proteja vocês.Sou de Caçapava (SP), mas acompanho as notícias de resende pela internet.

por: Solange - 23/11/2010
 

Morada do Contorno

Pelo amor de Deus, está impossível de andar de carro no bairro Morada do Contorno. Com essas chuvas tudo o que se vê é buraco cheio de água.

por: Danilo Enay - 23/11/2010
 
Cara Ana Lúcia,
Volto a utilizar este jornal, pois tenho a certeza de que alguma coisa será feita, digo isto porque em outras situações fui feliz e porque acredito veemente na força que este jornal possui.
O nosso prefeito foi alvo de comentários infelizes quando da reforma da Avenida Nova Resende e estas mesmas pessoas hoje aplaudem a beleza desta obra. A mesma coisa aconteceu quando começou a obra de revitalização da Praça Oliveira Botelho e a mesma coisa ontecerá quando esta estiver pronta, todos elogiarão, pois tive a oportunidade de ver o projeto e de indagar tanto o prefeito Rechuan como o Oscar Niemayer de Resende - o arquiteto Tom, sobre vários pontos e fiquei muito feliz com as respostas.
A praça vai ficar linda e vai tapar a boca de muita gente que torce contra, até mesmo de vereadores que ali vão para tentar denegrir a imagem do prefeito, colocando defeitos onde não há. Deixa o homem trabalhar.
Agora vou falar do feio da praça. Do feio que comentei com a guarda municipal que disse não poder fazer nada e que outras pessoas me disseram que ninguém pode fazer nada, mas não vou aceitar, farei alguma coisa e conto com a ajuda deste jornal para acabarmos de vez com o HOTEL, ABRIGO, ALBERGUE, ou seja lá o nome que tiver que foi transformado o nosso coreto, onde pessoas que ali residem, moram, pernoitam,  não sei bem,  se embriagam e sujam a praça com garrafas vazias de cachaça, papel, sacolas plásticas e todo tipo de lixo que ali produzem sem contar com o forte cheiro de urina que predomina no local.
O nosso coreto que era para ser utilizado para outros fins que não este, está se deteriorando sem que ninguém possa fazer alguma coisa.
Ninguém uma ova. Eu posso. Voce pode. Nós podemos. Vamos ajudar o prefeito a embelezar a nossa praça, mostrando as falhas, dando sugestões, opinando, fazer a praça que cada um sonha para si e para sua familia. Obrigado BEIRA-RIO.
por: José Carlos Campos Rodrigues - 19/11/2010
 
Prezada Editora,
Pelo presente, venho manifestar a minha gratidão quanto ao atendimento altamente humano no Hospital de Emergência em 21 de outubro de 2010, por volta das 14 horas aproximadamente, porquanto a minha esposa com vários problemas de saúde, foi recebida com muito carinho e respeito, saindo após o Raio X com diagnóstico de pneumonia, tendo sido prescritos medicamentos para tal, e menciono salvo engano, os funcionários envolvidos: Júnior (Atendente); Mônica (Atendente); Ana Gomes (Enfermeira, atende às 3ª, 5ª e Sábados); Dr. Romero Tadeu Batalha (excelente em diagnósticos gerais); Sr. Edson Peroba (Diretor Administrativo).
Muito obrigado pela oportunidade.
por: Erivaldo Miranda Tavares - 19/11/2010
 
Sra. Editora,
Gostaria de sugerir uma pauta de reportagem sobre a extinção do único curso técnico gratuito, oferecido pela Secretaria Estadual de Educação na região do Médio Paraíba III – Resende, Itatiaia, Quatis e Porto Real. Trata-se do tradicional curso de Contabilidade do Colégio Estadual Olavo Bilac, em Resende-RJ. Segundo fontes extra-oficiais, o curso não vem abrindo novas turmas em virtude de suposta falta de professores.
Ocorre que existem 03 concursos em vigor, cujas disciplinas da grade foram oferecidas, mas os aprovados não foram convocados.
Inclusive, o concurso realizado no ano de 2008 previa a possibilidade de aprovados para outras regiões serem aproveitados para aquelas onde não existem candidatos aprovados, ou seja, ainda que em uma ou outra matéria não tenha professor concursado para essas cidades aguardando convocação, há a possibilidade de se convocar de outras, como de Barra Mansa e Volta Redonda, por exemplo, por meio de uma listagem única estadual. Isso sem contar a possibilidade de contratação temporária para suprir carências imediatas.
Além disso, é um contra-senso fechar um curso onde há uma grande necessidade de profissionais pelo mercado de trabalho. Basta verificar as vagas oferecidas pelo Sine de Resende e região, onde sempre aparece vaga para técnico em contabilidade.
Por fim, cabe ressaltar que nos concursos supracitados foram oferecidas ainda vagas de professor para formados em Comunicação Social, Meio Ambiente, Direito e Legislação, Contabilidade, Informática, Engenharia, Turismo, Psicologia, Enfermagem etc, o que sugere a intenção daquela Secretaria de abrir outros cursos técnicos nessas cidades, o que até hoje não ocorreu...
É a contramão da história... O que será que está acontecendo aqui, uma vez que em outras cidades cursos dessa natureza funcionam normalmente?
por: Ari Tokuj - 19/11/2010
 
Ao Jornal BEIRA-RIO,
15 anos depois!!! “O povo não quer só comida” mas também “diversão e arte”, grande Titãs... Assistindo a assinatura da compra do Cine Vitória ao lado da Vivi Calaes, vendo lá na frente a Tereza Malebranche,  pensando na Celina Whately, que não estava presente, neste momento tão sonhado, me emociono com a nossa audácia em desafiar o poder econômico de uma Igreja Universal, que queria comprar o nosso querido Cine Vitória.
Lembro-me de uma reunião com o Liá Politi e nós, com toda a pompa e circunstância, perguntando a ele o preço do cinema, condições de pagamento, e ele olhando prá  nossa cara e pensando: “o que querem essas mulheres malucas, se elas  não têm dinheiro???”
Então, essas loucas mulheres, (desculpe-me, o pleonasmo), partiram para a luta: criaram o SOS Cine Vitória, com o apoio do Conselho de Cultura, da época.  Tínhamos que correr contra o tempo. Não havia internet. Hoje, é impossível pensar como agíamos sem ela! O SOS Cine Vitória mobilizou a comunidade resendense e somente com a força e a cumplicidade dessa comunidade chegamos a esse final feliz.
Com esse movimento, aprendemos duas lições importantíssimas: (1) o povo quando se organiza, nada o impede de alcançar seus objetivos; (2) os movimentos sociais não podem cochilar. Nós cochilamos: a Lei que solicitamos, na época, ao vereador Gastão para apresentar à Câmara, foi pensada para incluir o Cine Odeon (350 m lineares de um templo a outro). Porém, com o passar do tempo, o  Prefeito Eduardo Meohas enviou outra lei, que foi aprovada pela Câmara, modificando aquela, o que excluiu o Cine Odeon. Quando acordamos ele já tinha sido  vendido. Perdemos um espaço,também, maravilhoso! Foram “os anéis, mas ficaram os dedos”.
15 anos depois, todos estamos  felizes por termos, de uma forma ou de outra participado e ajudado  na realização desse sonho. Um agradecimento especial ao  Prefeito Rechuan, que mesmo não tendo participado do período de esplendor do Cinema Vitória, soube ouvir a “voz do Povo que é a voz de Deus.” Como disse muito apropriadamente a Vivi Calaes " é a vontade da população que provoca a vontade política, impulsiona aqueles que têm o poder para realizar o que a comunidade anseia."
por: Sônia Pozzato - 19/11/2010
 

Fundação de Cultura de Resende (2)
É importante salientar aqui, que a questão deliberativa que o conselho de cultura foi suprimido, não foi um ato que ocorreu no atual governo - foi descoberto por este - mas tal projeto de lei foi aprovado e votado Na CMR no governo anterior, que por questões particulares de seus mandatários, "acharam por bem", criar, fazer valer e calar-se perante tal deliberação. Tão calada foi esta postura que, só foi descoberta neste novo mandato. O que se peca agora, é com a falta de uma iniciativa que venha trazer de volta a "soberania" deliberativa do conselho de cultura, instituído pela fundação de cultura do município. Esta delonga já está prá lá de demasiada - na verdade, legalmente, somente o chefe do executivo pode (ou não) deliberar sobre os projetos culturais - uma vez que o conselho de cultura não está de posse dessa alcunha.
Outro ponto que nos cai defronte é a questão das pessoas se depararem com essas questões puramente burocráticas e acharem que o que fazemos é uma mera perseguição pessoal.
Sou artista, resendense e sei que falta continuidade nos projetos culturais que são criados e desenvolvidos a cada governo. Não importa a importância que esses projetos venham a proporcionar à vida e à capacidade das pessoas. Não importa o ponto em que cada um desses projetos se encontrem. Muda governo: Pára tudo! Encerra! E depois vê-se o que se pode fazer para botar no lugar. Ou seja, uma descontinuidade ilógica, que bem poderia ser pensada, caso os projetos fossem, tal qual o conselho, soberanos e independentes à vontade (ou vaidade) dos responsáveis pela cultura no município.
A independência de intuitos e projetos é muito pouco ou quase nada respeitada. Interromper um trabalho que está em curso para começar outro que nem se sabe quando, é atitude comum a cada nova administração. Alguns pouco menos afoitos ainda dão outro nome ou mudam algumas arestas para que alguns poucos projetos tenham sua continuidade. Porém, o que se vê, na praxe, é a interrupção imediata dos que estão em curso.
E estas interrupções dão-se em todas a áreas: música, dança, pintura, etc, etc.A descontinuidade dos projetos é tida como ato comum a toda administração que se impõe. Não importa o conteúdo, a importância, o grau de desnvolvimento dos mesmos. A questão é puramente político-partidária. E às vezes, dentro da própria gestão, a mudança de cadeiras já pressupõe novas e infálicas interrupções.
O que aqui gostaríamos de expressar como idéia, é que, já que o conselho atual não tem poderes deliberativos, então que seja, o mesmo, dissolvido. Seja então, através de atos da fundação de cultura, elaborado um novo documento, que traga de volta ao regimento do conselho, tal inciso. Daí, só daí, então, marca-se uma data para o Forum de Cultura e forma-se, vota-se e institui-se um novo Conselho de Cultura, com todos os pontos e vírgulas que sua importância possa exercer na classe artística e criativa deste município. E tudo estará pronto para funcionar como já deveria estar funcionando, não fossem os atos cruéis regidos contra toda uma classe de trabahadores (os artistas) e contra toda a sociedade (os munícipes), que não têm nada a ver com a guerras intestinais desse ou daquele grupo partidário.
O atual governo já se mostrou signatário às mudanças. Resende já tem cara de uma nova cidade. A virada que o projeto "Urbano Humano" vem dando é espetacular! Porque então, na quetão cultural, Resende também não pode dar um salto? Nada é impossível quando a necessidade bate em nossa realidade. Vamos lá então!!!! E vamos juntos!!! É Resende que está precisando!!!
Ah! Importante lembrar que agora, desde o dia 05 de Novembro (Dia Nacional da Cultura) o Cine Vitória, já é um espaço público... Ou seja, temos um grande espaço para fazer Arte!!!!!
(herbertfellipe@yahoo.com.br)

por: Herbert Felipe - 12/11/2010
 
Aos leitores,
O que é bom tem que ser elogiado. Tenho amigos e agora, familiares, que entraram no tratamento para tabagismo e estão sem fumar. Esta, sim, é uma atitude de quem se preocupa com nossa saúde! Muitos criticam quem fuma e não dá soluções. Hoje, temos a oportunidade de tratar deste vício. Parabéns para a Secretaria de Saúde e equipe!
por: Vanessa Dutra - 12/11/2010
 
Em nome de Cida Paiva
A família de Maria Aparecida e Paiva
Mais conhecida como Cida Paiva, agradece àqueles que prestaram uma homenagem a ela, colocando seu nome e foto na galeria dos que fizeram algo por Resende, exposta, no Dia de Finados, no cemitério do Alto dos Passos, onde Cida Paiva se encontra descansando eternamente.
Cida, estamos honrados por terem lembrado do seu nome, por tanto que você fez em prol da educação e da arte de Resende.
Agradecemos especialmente ao Sr. Claudionor, pelo empenho em abrilhantar a sua imagem e seu nome.
Assim, estamos muito comividos e agradecidos pela homenagem prestada a uma pessoa tão estimada e querida entre nós, e isto nos toca e nos comove profundamente.
Agradecidos,
filha, irmãos e sobrinho.
por: Cida Paiva - 12/11/2010
 
Ilma Srª Diretora,
O prefeito José Rechuan em entrevista ao Diario do Vale atribui a vitória do José Serra (PSDB), em Resende, como reconhecimento do povo ao seu governo. É importante registrar que a diferença foi de apenas 2%, ou seja, 51,36 x 48,64, o que caracterizaria, segundo analista, um empate técnico. Por outro lado, o que dizer do resultado da eleição no 1º turno, quando os candidatos do prefeito não foram bem sucedidos. O povo mudou, ou, mudou o governo!
Acredito que a vitória do José Serra em Resende é resultado de um conjunto de fatos do conhecimento público do povo que aconteceu em todo país, mas, com maior intensidade na nossa cidade.
O Partido dos Trabalhadores organizou vários eventos juntamente com os Partidos aliados na tentativa de reagir a rede de boataria e defender nossa candidata. Agradecemos a todos que estiveram conosco nesta empreitada.
Saudações.
por: Rogério Coutinho - Presidente do PT/Resende - 12/11/2010
 

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