O dicionário Aurélio define acessibilidade como “facilidade na aproximação, no trato ou na obtenção”. O renomado dicionário diz ainda que o termo refere-se à “condição de acesso aos serviços de informação, documentação e comunicação, por parte de portador de necessidades especiais.” Mas quem observa estas duas definições, e frequenta alguns órgãos públicos, em Resende, têm percebido uma ignorância ou negligência destes significados pelos governantes. Mesmo com a lei garantindo o direito de ir e vir de todos, sem discriminações, as pessoas com deficiência, principalmente os cadeirantes, estão tendo dificuldades em visitar lugares, como o MAM (Museu de Arte Moderna de Resende), o Conselho Tutelar, o Capsi (Centro de Atenção Psicossocial) e a própria Prefeitura. O motivo: estes lugares não possuem acessibilidade.
Na foto principal, a escada de acesso ao MAM.
Na foto ao lado, a cadeirante Lucyla Sabadini de Carvalho, que enfrenta diariamente os problemas por conta da falta de acessibilidade.
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